No dia 2 de Janeiro de 1978 por volta das 12:30, Manuel Prates deslocava-se para casa dos seus Pais, depois de ter ido ver o Filme "Um Violino no Telhado".
O caminho de volta para casa era escuro e sem iluminação de cerca de 20 minutos.
A 600 metros de casa Manuel Prates teve uma sensação estranha que o levou a olhar para o céu, reparou então numa nuvem estranha, com uma forma mais arrendondada e movia-se mais rapidamente.
Subitamente reparou que era uma massa gelatinosa que rodava lentamente sobre si própria.
Aos poucos Manuel Prates começou a sentir-se com uma sensação de leveza estranha, uma hora depois Manuel Prates despertou e sem qualquer noção do que se passou, estava sujo de terra e lama, ou seja esteve deitado no chão. Estava a cerca de 80 metros do sitio onde tinha visto a massa gelatinosa...
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ovni visto pela Força Aérea Portuguesa - 04-09-1957
Eram 19:21 quando quatro aviões levantaram voo da Base de Ota em Portugal.
Estavam todos sobre o comando do Capitão José Lemos Ferreira, que mais tarde viria a ser Chefe do Estado maior da Força Aérea Portuguesa, o nome dos outros pilotos eram os seguintes:
Sargento Alberto Gomes Covas
Sargento Salvador Alberto Oliveira
Sargento Manuel Neves Marcelino
Era um missão de rotina, um vôo nocturno a 25.000 pés de altitude entre a Base de Ota, a cidade Espanhola de Cordoba, Caceres e por fim Ota. A noite estava limpa e a Lua estava quase cheia. A primeira parte da missão foi efectuada com sucesso, levando os pilotos a voltar.
Foi nesse momento que o Capitão Ferreira notou uma luz ao fundo no horizonte, depois de verificar que a luz continuava lá e ao fim de 4 minutos ele resolveu avisar os outros pilotos para o facto.
O objecto parecia uma estrela brilhante, mas muito maior que o normal, mudava de cor constantemente variando entre verde, azul, amarelo e diversos tons de vermelho.
Subitamente o objecto aumentou o seu tamanho, ficando entre 5 a 6 vezes maior, só para depois voltar a reduzir até se tornar quase invisível.
Por volta das 22:30, o Capitão Ferreira resolveu abandonar a sua missão e mudou 50º para a esquerda. O objecto nessa altura estava vermelho. Após alguns minutos depois os pilotos notaram que um pequeno objecto circular amarelo estava a sair do outro objecto Vermelho a esta altura. Um minutos mais tarde apareceram mais 3 circulos.
O objecto maior parecia ser cerca de 15 vezes maior que os pequenos circulos.
Quando os Ovnis estavam perto de Coruche, o maior desceu subitamente e voltou a subir muito rapidamente de modo que os pilotos puderam constatar a rapidez da sua passagem. Os objectos mais pequenos subitamente desapareceram.
Os Pilotos aterraram em segurança.
Após questionado acerca do assunto o Capitão José Lemos Ferreira declarou o seguinte:
"Não temos conclusões excepto que não nos venham com histórias que era Vénus, Balões Atmosféricos, outros aviões ou qualquer uma das desculpas comuns quando se falam em casos de Ovnis."
Estavam todos sobre o comando do Capitão José Lemos Ferreira, que mais tarde viria a ser Chefe do Estado maior da Força Aérea Portuguesa, o nome dos outros pilotos eram os seguintes:
Sargento Alberto Gomes Covas
Sargento Salvador Alberto Oliveira
Sargento Manuel Neves Marcelino
Era um missão de rotina, um vôo nocturno a 25.000 pés de altitude entre a Base de Ota, a cidade Espanhola de Cordoba, Caceres e por fim Ota. A noite estava limpa e a Lua estava quase cheia. A primeira parte da missão foi efectuada com sucesso, levando os pilotos a voltar.
Foi nesse momento que o Capitão Ferreira notou uma luz ao fundo no horizonte, depois de verificar que a luz continuava lá e ao fim de 4 minutos ele resolveu avisar os outros pilotos para o facto.
O objecto parecia uma estrela brilhante, mas muito maior que o normal, mudava de cor constantemente variando entre verde, azul, amarelo e diversos tons de vermelho.
Subitamente o objecto aumentou o seu tamanho, ficando entre 5 a 6 vezes maior, só para depois voltar a reduzir até se tornar quase invisível.
Por volta das 22:30, o Capitão Ferreira resolveu abandonar a sua missão e mudou 50º para a esquerda. O objecto nessa altura estava vermelho. Após alguns minutos depois os pilotos notaram que um pequeno objecto circular amarelo estava a sair do outro objecto Vermelho a esta altura. Um minutos mais tarde apareceram mais 3 circulos.
O objecto maior parecia ser cerca de 15 vezes maior que os pequenos circulos.
Quando os Ovnis estavam perto de Coruche, o maior desceu subitamente e voltou a subir muito rapidamente de modo que os pilotos puderam constatar a rapidez da sua passagem. Os objectos mais pequenos subitamente desapareceram.
Os Pilotos aterraram em segurança.
Após questionado acerca do assunto o Capitão José Lemos Ferreira declarou o seguinte:
"Não temos conclusões excepto que não nos venham com histórias que era Vénus, Balões Atmosféricos, outros aviões ou qualquer uma das desculpas comuns quando se falam em casos de Ovnis."
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